SCIERELI · PESQUISA CLÍNICA
A camada de dados da pesquisa clínica.
Apoio tecnológico e de inovação para centros e investigadores: captura, padronização, anonimização e análise — a infraestrutura que transforma protocolo em evidência. Não somos uma CRO, e essa delimitação está escrita mais abaixo, em voz alta.
O MOMENTO DO BRASIL
A regulação acelerou. A capacidade de dados dos centros, não.
Entre 2024 e 2026 o país reescreveu o arcabouço da pesquisa com seres humanos: a Lei 14.874/2024 criou prazos legais curtos para a análise ética, a RDC 945/2024 da ANVISA fixou análise em até 90 dias úteis com submissão em paralelo, e um programa nacional passou a fomentar novos centros — dentro e fora do eixo tradicional.
O gargalo mudou de lugar: deixou de ser o prazo do parecer e passou a ser acapacidade técnica de capturar, padronizar e proteger dado no ritmo que essa estrutura agora permite. É exatamente a fatia em que atuamos.
ONDE ENTRAMOS
Do prontuário à submissão — com a LGPD acompanhando o percurso inteiro.
O QUE NÃO SOMOS — DE PROPÓSITO
- Não patrocinamos nem detemos protocolo
- Não fazemos monitoria clínica em campo
- Não somos detentores de farmacovigilância
- Não garantimos prazo nem aprovação regulatória
- Nenhuma ferramenta nossa decide nada clínico — a decisão é sempre humana
Essa delimitação não é modéstia — é o que torna o resto crível. A responsabilidade de condução é do patrocinador, do investigador e, quando houver, da CRO. A nossa é que o dado chegue íntegro, padronizado e protegido do começo ao fim.
OFERTAS
Cinco entregas concretas, do eCRF ao parecer.
Infraestrutura de captura de dados
REDCap auto-hospedado, eCRF desenhado com o investigador e validação de sistema — a base que as boas práticas de pesquisa clínica passaram a exigir de todo estudo.
- Implantação e operação de REDCap dentro do perímetro da instituição
- Desenho de eCRF com validação de campo e trilha de auditoria
- Documentação de validação do sistema computadorizado
Centros e investigadores que ainda coletam em planilha — ou que herdaram um sistema sem documentação.
Integração e padronização
A ponte entre o prontuário e a pesquisa: FHIR (padrão da RNDS), REDCap e OMOP falando entre si.
- Extração de dados do prontuário eletrônico via FHIR R4
- Mapeamento para OMOP — o modelo comum das grandes redes internacionais de evidência
- Pipeline documentado e reprodutível, não script de gaveta
Estudos multicêntricos e coortes que precisam de dado comparável entre instituições.
Anonimização e conformidade LGPD
Anonimização com teste de reidentificação — porque "anonimizado" na LGPD é resultado técnico verificável, não checkbox.
- Pipeline de anonimização/pseudonimização com teste de risco de reidentificação
- DPIA/RIPD, registro de tratamento e apoio ao TCLE do protocolo
- Ambiente controlado e seguro conforme o Art. 13 da LGPD, desenhado com a nossa frente de segurança
Pesquisas com dado sensível que precisam passar pelo CEP e pelo DPO — sem retrabalho entre os dois.
Evidência de mundo real e análise
Extração de prontuário por NLP para coortes retrospectivas, estatística e painéis de acompanhamento do estudo.
- Estruturação de texto livre de prontuário com revisão humana
- Plano de análise estatística e execução
- Dashboards de recrutamento e qualidade de dado — monitoramento orientado a risco
Investigadores com hipótese e dado retrospectivo parado — e estudos em andamento que precisam enxergar a própria operação.
IA no estudo, dentro das regras
LLMs como aceleradores de rascunho e consistência documental — nunca como autores nem como fonte de fato clínico.
- Uso de IA em documentos do estudo com declaração conforme as políticas editoriais (ICMJE)
- Adequação à resolução do CFM sobre IA na medicina: classificação de risco, registro e revisão humana
- Ambiente de IA local para dado sensível — o manuscrito não vai parar num chatbot público
Equipes que já usam IA informalmente e precisam disso auditável antes que vire achado de inspeção.
POR QUE DE BRASÍLIA
A regulação da pesquisa clínica brasileira é escrita aqui.
ANVISA, Ministério da Saúde, as instâncias nacionais de ética e as universidades federais do DF operam na mesma cidade que nós. Proximidade não é atalho — é ciclo curto para entender o que a norma exige antes de desenhar o pipeline. E a pesquisa própria da holding mora naSciereli Labs: aprendizado federado, criptografia aplicada e o programa de pesquisadores — o que oferecemos aqui é o que praticamos lá.
PERGUNTAS FREQUENTES
Antes de escrever, leia isso.
Vocês são uma CRO?
Não — e essa é a resposta mais importante da página. CRO monitora, audita em campo e carrega responsabilidade regulatória de condução. Nós somos a camada técnica de dados que trabalha ao lado do centro, do investigador e, quando houver, da CRO.
Atendem centro público e pesquisa acadêmica?
Sim — é onde a lacuna de time de dados é maior. Projetos acadêmicos e de instituições públicas podem estruturar o apoio via edital de fomento; ajudamos a dimensionar a parte técnica da proposta.
A IA pode escrever meu protocolo?
Pode acelerar o rascunho e a checagem de consistência — e deve parar aí. Pelas políticas editoriais vigentes, IA não é autor e o uso precisa ser declarado; e submeter dados de participantes a um chatbot público pode configurar tratamento irregular de dado sensível. Fazemos o primeiro uso valer e o segundo nunca acontecer.
Como começamos?
Escreva para contato@sciereli.com.br — a primeira conversa mapeia onde o seu estudo perde tempo e dado hoje, sem compromisso.
Tem um protocolo parado na parte técnica — ou um dado retrospectivo esperando hipótese?
Escreva para contato@sciereli.com.br